sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Dança do Ventre: 10 motivos pelos quais você deve praticá-la.

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1 – Perca a timidez e faça novas amigas!
As aulas de dança do ventre farão com que você desenvolva a sua capacidade de se relacionar mais em grupo, já que ao dançar você terá que deixar a timidez de lado e socializar com suas colegas de aula e logo com o publico que futuramente irá prestigia-la.
2 – Desperte sua Sensualidade.
Esta dança vai despertar ainda mais a sua feminilidade, a sutileza e os movimentos leves da dança irão fazer aflorar ainda mais a essência de ser mulher, não há outra dança que trabalhe tão bem esse aspecto como a dança do ventre.
3 – Autoestima Imbatível!
Esta modalidade trabalha a mulher de dentro para fora e vai melhorar a sua autoestima, e fazer você gostar cada dia mais do seu corpo.
4 – Melhore sua Consciência Corporal.
Você vai melhorar e muito a sua consciência corporal e sua coordenação motora, afinal não é fácil isolar as partes de seu corpo fazendo movimentos diferenciados, a dança do ventre exige concentração e muita habilidade e em 3 meses você já vai sentir a diferença.
5 – Modele seu Corpo.
Os exercícios de uma aula de Dança do Ventre são capazes de tonificar e enrijecer músculos dos braços e do abdômen, afinar a cintura e fortalecer diversas partes de seu corpo, além de queimar calorias, então se associado a uma alimentação balanceada leva ao emagrecimento.
6 – Torne-se mais Flexível.
Um corpo flexível significa mais saúde e bem-estar, pois diminui os riscos de lesões, sendo assim é inegável a importância da flexibilidade para uma boa performance na dança do ventre pois a modalidade requer uma alta solicitação de movimentos de rotação externa, flexão, extensão do quadril além de outras partes do corpo, então a pratica regular irá melhorar e muito sua flexibilidade.
7 – Promoção da Saúde.
A prática regular aumenta a circulação sanguínea, relaxa o corpo, alivia a insônia e a prisão de ventre além de combater o estresse.
8 – Saúde Física e Mental.
Dançar desenvolve o raciocínio rápido, desenvolve a criatividade e auxilia na liberação da endorfina que é o hormônio que promove o bem estar e o prazer.
9 – Felicidade Plena.
É comprovado que dançar combate a depressão, estimula o convívio social melhora o humor e aumenta a alegria de viver.
10 – O melhor de tudo!
Dançar não tem idade.
Não há limite para começar a dançar, toda mulher pode praticar Dança do Ventre aos 13, 20, 30, 40, 60…
Então vamos começar? Aqui no Shiva Nataraj você tem variedade de horários nas duas unidades: Mooca e Tatuapé.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Oficina de dança do ventre da Secretaria Municipal de Cultura encerra o ano com grande apresentação

Dança do Ventre 2

Na próxima terça, 10 de janeiro, acontece a apresentação final da oficina de dança do ventre, promovido pela Prefeitura de Ourinhos, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

Sob coordenação da professora Solange Ferreira da Rocha, a oficina chega ao seu quinto ano consecutivo proporcionando às participantes um primeiro contato com a dança e os benefícios físicos e psicológicos que ela garante.

A apresentação será realizada a partir de 20h, no Teatro Municipal Miguel Cury. A entrada é gratuita. O espetáculo celebra a descoberta da deusa interior, através da dança do ventre, utilizando a presença de alguns dos arquétipos da mitologia grega.

Ensino da dança do ventre para crianças é polêmico e divide opiniões

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Só para adultos? A prática da dança do ventre para crianças não é consenso entre especialistas, pais, educadores nem bailarinas profissionais. Em Belo Horizonte, pai de aluna de 8 anos de colégio católico inicia jornada para estabelecer limite mínimo de idade para a prática

domingo, 31 de março de 2013

O fascínio e a sensualidade da dança do ventre

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A dança do ventre, além de ser extremamente sensual, estimula o corpo, acaba com a inibição e mexe com a fantasia e o emocional das pessoas. Os movimentos são sensuais e sem apelar para a vulgaridade.

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A dança do ventre pode ser praticada desde a adolescência até a "melhor" idade, nessa fase a proposta é melhorar a qualidade de vida, proporcionar benefícios para a saúde, evitar a instalação ou piora do estado de depressão. Seus movimentos ajudam a melhorar a mobilidade articular e desenvolvem a confiança na movimentação.

Já para as adolescentes o aprendizado da dança do ventre tem inúmeros aspectos favoráveis. É um elemento de contato com a feminilidade e a maternidade, estimula a auto-estima e serve como um poderoso exercício físico.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Sensualidade na Dança do Ventre.

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O fator sensualidade é o responsável pelo sucesso da Dança do Ventre. Ou você já viu algum bar que no lugar de 'Noites Árabes com Dança do Ventre' oferece 'Noites Francesas com Ballet Clássico?'

Contra fatos não há argumentos. A roupa sensual, os movimentos sinuosos, o música exótica e o olhar da bailarina juntos formam um time infalível. Não há quem não se perca naquela dança, inebriado. Homens e mulheres estão sujeitos ao feitiço.
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Então por que negar essa sensualidade tão forte e tão inevitável? Por que essa caretice que surge em alguns momentos em relação a roupas um pouco mais ousadas ou movimentos mais atrevidos. Com isso não estou dizendo que a bailarina tem que sair por aí dançando de fio dental e rebolando de pernas abertas, mas valorizar e explorar esse fator pode ser bem bom. Afinal de contas nós que praticamos a dança do ventre nos apaixonamos principalmente pela sua sensualidade e pela capacidade que ela tem de nos tornar mulheres sedutoras.

Então, sensualidade aliada ao bom gosto é algo lindo de se ver. O único cuidado que temos que tomar e não vulgarizar ainda mais a imagem da dança. Já vou avisando que não é a sensualidade que estigmatiza a dança do ventre como sendo vulgar, mas sim a postura das bailarinas que muitas vezes excede em amadorismo (em todos os sentidos).
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Eu sou a favor de uma dança do ventre sensual sim, sem dúvida. É ilusão nossa achar que o público leigo vai olhar para sua dança e admirar sua leitura musical ou seu domínio de ritmos. 'Ó... A bailarina marcou o contratempo corretamente!' Hahahaha... Nunca... O público leigo vai mesmo é olhar se você é bonita, se sua roupa é bacana e se você faz 'aquele negócio com a barriga.'

O que seduz mesmo o leigo é justamente o poder de sedução da dança do ventre. Foi o que seduziu você na hora de se matricular no curso. Quando digo sensual, não digo no sentido sexual, mas em toda a amplitude da palavra. Ele gosta de ver aquela mulher misteriosa se movendo de um jeito especial. Então, por que não alimentar nas pessoas esse sonho? Por que insistimos em ser tão nerds com dança e ficamos ofendidas quando alguém fala que dança do ventre é sexy?

Já vi bailarinas ficarem irritadíssimas com um comentário desses. E dizerem: Mas eu estudo tanto pra alguém dizer que minha dança é sexy? Pois eu digo, imaginem se não dissessem isso que chatice que não estaria sendo a sua dança?

Não tem jeito. Eu tenho um amigo que fez curso pra juiz de futebol. A gente tirava o maior sarro dele dizendo que ele corria atrás de 22 homens o dia inteiro. Até que um dia, fui assistir um treino dele. Rapaaaaiz... Nunca mais fiz nenhuma piada. O homem trabalhava doze horas por dia num ritmo alucinante. Mas a vida é assim, essas profissões alternativas sempre sofrem um estigma por não serem conhecidas. Eu há muito tempo já desisti de provar que treino e estudo igual uma louca para ser bailarina. Imaginem as enfermeiras, coitadas!

O negócio é saber tirar proveito da situação. A sensualidade é e sempre será a marca registrada da dança do ventre. Foi isso que a fez sair do Oriente e ganhar o mundo. Não vamos acabar com isso agora. É em vão, não dá pra tentar. Qualquer movimento de braço causa um estrago na plateia. Além disso, explorar a sensualidade nas aulas também é imprescindível, afinal a mulher que procura as aulas de dança do ventre, quer na verdade despertar a bailarina exótica e indefectível que mora nela. Igual aquela que ela viu dançar e a motivou a se matricular em um curso de dança do ventre... Quer algo que não é sensual? Vai estudar outra coisa!!!!!

FOTOS 5° AMOSTRA DANÇA DO VENTRE!


Ahhhhh lembra do festival de dança do ventre que eu iria participar ??? 

Não estava mentindo não tá ?!! kkkkkk

Ohhhh.... só consegui estas  fotos....hummm, .. é eu sei... :-( .... magoei ..

Mas logo, logo as outras chegam....

Agora deixa eu explicar:

Aquela ali sou eu !!
 Onde?
Ali..... no casulo ? 
Onde ?
Tá, tá eu sou a segunda da esquerda para a direita !!!
Com o véu wings prata ! hehheheh...


E nesta sou a segunda da direita para a esquerda ! 
De saia amarela e top branco!!
E a maravilhosa Renata Lobo ( para quem não sabe ela é a The Best of The Best ) é a primeira da esquerda (de saia rosa com várias pontas)....
E as outras maravilhosas são: começando pela esquerda!
Renata Lobo, Ellen Tafner (minha teacher), Kaká, Katia, Paty, Taty, euzinha, Dani !!


Onde eu tô ? Ahhhh.. ali.. de amarelinho.. lá atrás.. 

Coreografia I Will Survive !
 



Coreografia das taças !.. to ali de azul bebe !


E essa foto foi logo após as apresentações !
Teria ficado perfeita se a Miss Apressada aqui não tivesse tirado o traje... :-(... tá vendo o que faz a pressa? Estraga a foto dos outros....

Mas tudo bem .... tenho as fotos de cima para mostrar como realmente dancei.... heheheheh.. porque senão o povo duvida, é serio.. hehehehe.... tô brincando !!

sábado, 8 de janeiro de 2011

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Não tem como tirar os olhos de uma mulher fazendo a dança do ventre. É fascinante ver o corpo a serviço de movimentos naturais e que a deixam ainda mais bela, em sua pura essência. Cada músculo, osso e pele se movem em harmonia para a dança e criam um clima de sedução e mistério.
Nesta hora, a guerreira, que faz tripla jornada de trabalho, pode deixar a feminilidade aflorar e é ai que consegue atingir a naturalidade, livrando-se do estresse e colocando as pressões do dia-a-dia bem longe de toda a delicadeza permitida ao universo forte e sensível das mulheres.
"A dança do ventre mexe com a fantasia e o emocional, estimulando o corpo e acabando com as inibições. Quem acha que tem o corpo feio, vai descobrir uma silhueta linda, num processo natural", diz a professora de dança do ventre, Lulu Sabongi.
A sensualidade também é presente em toda a dança do ventre. Os movimentos do corpo estimulam a libido de quem os faz e de quem vê. "A mulher passa a se ver como um todo e acaba mexendo com a fantasia masculina porque faz movimentos que se prestam ao sexo", diz Lulu.
Mas não dá para confundir. A dança é apenas sensual, mas não passa por apelos ou vulgaridade. "É uma brincadeira com o corpo que faz uma volta ao lúdico", diz a dançarina. Outra vantagem é modificar a postura e os próprios movimentos, que ganham mais graça e suavidade, além de dar mais forma ao corpo.




A dança do ventre é uma famosa dança praticada originalmente em diversas regiões do Oriente Médio e da Ásia Meridional. De origem primitiva e nebulosa, datada entre 7000 e 5000 a.C,[1] seus movimentos aliados a música e sinuosidade semelhente a uma serpente foram registrados no Antigo Egito, Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia, e tinham como objetivo preparar a mulher através de ritos religiosos dedicados a deusas para se tornarem mães. Com a invasão dos árabes, a dança foi propagada por todo o mundo.[2] A expressão dança do ventre surgiu na França, em 1893.[3] No Oriente é conhecida pelo nome em árabe raqṣ sharqī[4] (رقص شرقي, literalmente "dança oriental"), ou raqṣ bládi (رقص بلدي, literalmente "dança da região", e, por extensão, "dança popular"), ou pelo termo turco çiftetelli (ou τσιφτετέλι, em grego).
É composta por uma série de movimentos vibrações, impacto, ondulações e rotações que envolvem o corpo como um todo.[5] Na atualidade ganhou aspectos sensuais exóticos, sendo excluída de alguns países árabes de atitude conservadora.[1]

Origens

A origem é controversa. É comum atribuir a origem a rituais oferecidos em templos dedicados à deusa Ísis, em agradecimento à fertilidade feminina[6][7] e às cheias do rio Nilo, as quais representavam fartura de alimentos para a região; embora a Egiptologia afirme que não há registros desta modalidade de dança nos papiros - as danças egípcias possuíam natureza acrobática. É possível que alguns dos movimentos, como as ondulações abdominais, já fossem conhecidos no Antigo Egito, com o objetivo de ensinar às mulheres os movimentos de contração do parto. Com o tempo, foi incorporada ao folclore árabe durante a invasão moura no país, na Idade Média. Não há, contudo, registros em abundância da evolução na Antiguidade.
Por possuir elementos corporais e sexuais femininos, acredita-se que sua origem remonta ao Período Matriarcal, desde o Neolítico, cujos movimentos revelam sensualidade, de modo que a forma primitiva era considerada um ritual sagrado. A origem está relacionada aos cultos primitivos da Deusa Mãe, Grande Deusa ou Mãe Cósmica:[5][8][9] provavelmente por este motivo, os homens eram excluídos do cerimonial (Portinari, 1989). As mais antigas noções de criação se originavam da idéia básica do nascimento, que consistia na única origem possível das coisas e esta condição prévia do caos primordial foi extraída diretamente da teoria arcaica de que o útero cheio de sangue era capaz de criar magicamente a prole. Acreditava-se que a partir do sangue divino do útero e através de um movimento, dança ou ritmo cardíaco, que agitasse este sangue, surgissem os "frutos", a própria maternidade. Essa é uma das razões pelas quais as danças das mulheres primitivas eram repletas em movimentos pélvicos e abdominais.[10]
As manifestações primitivas, cujos movimentos eram bem diferentes dos atualmente executados, tiveram passagem pelo Antigo Egito, Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia, tendo como objetivo através ritos religiosos, o preparo de mulheres para se tornarem mães.[11](Penna, 1997).

Taheya Karioca - Hollywood - 1920
O cinema egípcio começa a ser rodado em 1920, e usa o cenário dos night clubs, com cenas da música e da dança regional. Hollywood passa a exercer grande influência na fantasia ocidental sobre o Oriente, modificando os costumes das dançarinas árabes. Surgem bailarinas consagradas, nomes como Nadia Gamal e Taheya Karioca, entre muitos outros ainda hoje estudados pelas praticantes da Dança Oriental. O aspecto cultural da prostituição relacionada à dança passa a ser dicotomizado: criam-se bailarinas para serem estrelas, com estudos sobre dança, ritmos árabes e teatralidade.
No Brasil a dança foi difundida pela mestra síria Shahrazad e mestra Saamira Samia.
Na década de 1990, a dança do ventre teve o maior impulso durante a exibição da novela O Clone, pela Rede Globo de Televisão, produção a qual tinha por tema as peripécias de uma muçulmana marroquina em terras brasileiras. Contudo, o término da exibição da telenovela não arrefeceu o interesse, existindo atualmente diversas escolas e espaços de dança dedicados à "Raks Sharqi".
A Dança do Ventre, por não ter sido, em origem, uma dança moldada para o palco, não apresenta regulações quanto ao aprendizado. Os critérios de profissionalismo são subjetivos, tanto no ocidente quanto nos países árabes, embora já comecem a ser discutidos no Brasil.

Alusão às posições dos papiros egípcios
Na passagem para o formato de palco, determinados elementos cênicos foram incorporados, principalmente no Ocidente:
  • Espada: A origem é nebulosa e não necessariamente atribuída á cultura egípcia ou árabe, sendo explicada por várias lendas e suposições.
  • O que é certo, porém, é que a bailarina que deseja dançar com a espada, precisa demonstrar calma e confiança ao equilibra-la em diversas partes do corpo;
  • Pontos de equilíbrio mais comuns: cabeça, queixo, ombro, quadril e coxa;
  • Também é considerado um sinal de técnica executar movimentos de solo durante a música;
  • Punhal: Variação da dança com a espada, também sem registro de uso nos países árabes.
  • O desafio para a bailarina nesta dança não é a demonstração de técnica, mas sim a de sentimentos;
  • Véus: Ao contrário do que se pensa, é uma dança de origem ocidental norte-americana, tendo sido, portanto, criada há pouco tempo, ao contrário das danças folclóricas.
  • Hoje é uma dança extremamente popular, e mesmo os leigos na Dança do Ventre costumam entende-la e apreciá-la.

    Danças folclóricas
  • Candelabro (shamadan): Elemento original egípcio, o candelabro era utilizado no cortejo de casamento, para iluminar a passagem dos noivos e dos convidados. Dança-se, atualmente, como uma representação deste rito social, utilizando o ritmo zaffa.
  • Taças: Variação ocidental da dança com candelabro.
  • Khaligi: Dança genérica dos países do golfo pérsico. É caracterizada pelo uso de uma bata longa e fluida e por intenso uso dos cabelos. Caracteriza-se por uma atmosfera de união familiar, ou simplesmente fraterna entre as mulheres presentes. Dança-se com ritmos do golfo, principalmente o soudi.

  • Jarro: Representa o trajeto das mulheres em busca da água. Marcada também pelo equilíbrio.
  • Säidi: Dança do sul do Egito, podendo ser dançada com o bastão (no ocidente, bengala).
  • Hagallah: Originária de Marsa Matruh, na fronteira com o deserto líbio.
  • Meleah laff: representação do cotidiano portuário egípcio de Alexandria. As mulheres trajam um pano (meleah) enrolado (laff) no corpo.

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As danças folclóricas normalmente retratam os costumes ou rituais de certa região de e por isso são utilizadas roupas diferentes das de dança do ventre clássica.
A dança com a cobra é considerada ato circense - a cobra era considerada sagrada no Antigo Egito e por isso algumas bailarinas fazem alusão nas performances - mas não é considerada representativa da dança.